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Presidente do BC reafirma que inflação brasileira é ambiciosa, mas realista para 2017

O presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, disse nesta terça-feira (20) que o Brasil não precisa mudar a meta de 4,5% da inflação e que é possível atingi-la no próximo ano. Durante palestra no BC argentino, em Buenos Aires, o tucano afirmou que a meta inflacionária é ambiciosa, porém realista. “Estamos seguros que a inflação no Brasil convergirá para a meta em todos os horizontes relevantes, em particular para 4,5% em 2017”, disse o economista.

21 de setembro de 2016

O presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, disse nesta terça-feira (20) que o Brasil não precisa mudar a meta de 4,5% da inflação e que é possível atingi-la no próximo ano. Durante palestra no BC argentino, em Buenos Aires, o tucano afirmou que a meta inflacionária é ambiciosa, porém realista.

“Estamos seguros que a inflação no Brasil convergirá para a meta em todos os horizontes relevantes, em particular para 4,5% em 2017”, disse o economista.

De acordo com matéria do jornal Correio Braziliense, Ilan também comentou os desafios para a política monetária nas Américas, como a meta ideal a se perseguir. “Nas economias avançadas se discute se a meta não deveria ser de 3% ou 4%. Metas audazes não são eficientes se ninguém acreditar”, alertou o presidente do BC, ressaltando que a inflação no Brasil chegou a quase 11% em 2015 e deve terminar o ano próxima de 7,3%.

Segundo o jornal, o economista disse ainda que os países latino-americanos devem avançar na agenda de reformas estruturais para alavancar a produtividade e impulsionar o crescimento econômico de longo prazo. Para Ilan, o cenário mundial é de abundância, de liquidez e lenta recuperação das economias avançadas, o que cria um “interregno benigno” para os países emergentes.

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Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2d2h7js