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Projeção aponta encolhimento maior que 3,3% na economia de 14 estados brasileiros

Pelo menos 14 estados brasileiros devem amargar uma contração da economia ainda maior que a queda prevista para o Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2016, de 3,3%. Além disso, todos os 26 estados e o Distrito Federal enfrentarão mais um ano sem crescimento, o segundo consecutivo, como consequência da grave crise econômica imposta ao país em 13 anos de governos do PT. As projeções são do Banco Santander, divulgadas nesta terça-feira pelo jornal O Globo. O banco também estima que a riqueza produzida pelas unidades federativas encolha entre 2,6% e 6,4%.

20 de setembro de 2016

Pelo menos 14 estados brasileiros devem amargar uma contração da economia ainda maior que a queda prevista para o Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2016, de 3,3%. Além disso, todos os 26 estados e o Distrito Federal enfrentarão mais um ano sem crescimento, o segundo consecutivo, como consequência da grave crise econômica imposta ao país em 13 anos de governos do PT. As projeções são do Banco Santander, divulgadas nesta terça-feira pelo jornal O Globo. O banco também estima que a riqueza produzida pelas unidades federativas encolha entre 2,6% e 6,4%.

Para o deputado federal Miguel Haddad (PSDB-SP), não há dúvidas de que o quadro de crise nos estados é mais um efeito perverso da gestão petista.

“O quadro nacional é extremamente delicado, preocupante. As irresponsabilidades da administração do PT nos últimos 13 anos, a corrupção, todos os desencontros, a falta de compromisso com o país, conduziram um quadro gravíssimo. Mais de 12 milhões de brasileiros desempregados, os estados praticamente falidos, os municípios com seríssimas dificuldades, grandes dificuldades. É um quadro que se deve exatamente a uma política equivocada, a um projeto pessoal de um partido, e as consequências são muito claras.”

Apesar dos resultados negativos, os economistas responsáveis pelo estudo apontam que os estados que mais pesam na formação do PIB do país registraram projeções de quedas menores, o que pode resultar em uma retração menor do PIB nacional em 2016 em relação a 2015, quando a contração foi de 3,8%.

Para Miguel Haddad, os sinais de recuperação já demonstram a retomada de confiança em investimentos no país, mas a retomada da economia se dará de forma gradual.

“Dois anos aí do PIB em declínio e a falta de crescimento da economia demonstram a dificuldade que nós temos que enfrentar. Não será uma retomada rápida, mas uma retomada muito lenta. Isso, a partir do momento que se tomarem as medidas  a algumas ações. Como é o caso do pré-sal, a reforma da Previdência, o teto dos gastos públicos. O mercado precisa se sentir seguro para poder voltar a investir no país e também para termos investidores estrangeiros que se sintam confortáveis em investir no Brasil.”

Segundo a pesquisa, algumas projeções negativas são acentuadas pela queda no preço das commodities. Os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo sofreram com a queda geral de preços de petróleo e mineração. A economia capixaba também foi profundamente afetada pelo desastre ambiental causado pela mineradora Samarco, no ano passado.

Clique aqui para ler a íntegra da reportagem do jornal O Globo.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2dhO9we