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Recessão dispara juros do cartão de crédito, com prejuízos ao consumidor

Com a recessão econômica instalada pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff, os juros do cartão de crédito voltaram a subir em novembro e a média das tarifas do rotativo chegou a 459,53% ao ano – maior índice desde 2011. Já os juros médios cobrados pelos bancos nas operações com cheque especial atingiram a marca inédita de 313% ao ano – taxa mais elevada desde julho de 1994, ou seja, dos últimos 22 anos.

Com a recessão econômica instalada pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff, os juros do cartão de crédito voltaram a subir em novembro e a média das tarifas do rotativo chegou a 459,53% ao ano – maior índice desde 2011. Já os juros médios cobrados pelos bancos nas operações com cheque especial atingiram a marca inédita de 313% ao ano – taxa mais elevada desde julho de 1994, ou seja, dos últimos 22 anos.

De acordo com matéria do portal G1 desta terça-feira (13), mesmo com a redução pelo Banco Central da taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual na última reunião, os reflexos ainda não apareceram. Uma pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac) aponta que a taxa mensal do cartão subiu de 15,39% em outubro para 15,43% em novembro.

Segundo o site, na linha de cheque especial, a taxa atingiu 12,56% ao mês. No entanto, os juros médios cobrados em linhas de crédito pessoal ficaram em 8,20% em novembro, um patamar estável se comparada ao mês anterior.

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Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2gLEIpo