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Deputado Vanderlei Macris explica que a queda do dólar é positiva para a população, porque cria oportunidades de investimentos e emprego.

Sinais de recuperação: dólar tem menor cotação desde julho de 2015

A melhora no ambiente econômico interno contribuiu para uma forte queda do dólar comercial, que fechou nesta segunda-feira (24) na menor cotação desde julho de 2015, a R$ 3,12. Com a desvalorização, a moeda americana acumulou queda de 21% no ano, após encerrar 2015 em R$ 3,95. A Bolsa de Valores de São Paulo também registrou bons resultados. No ano, a Bovespa acumula alta de 47,8%. Considerando o valor em dólar, as ações brasileiras saltaram 87,3% em 2016.

Sinais de recuperação: dólar tem menor cotação desde julho de 2015

A melhora no ambiente econômico interno contribuiu para uma forte queda do dólar comercial, que fechou nesta segunda-feira (24) na menor cotação desde julho de 2015, a R$ 3,12. Com a desvalorização, a moeda americana acumulou queda de 21% no ano, após encerrar 2015 em R$ 3,95. A Bolsa de Valores de São Paulo também registrou bons resultados. No ano, a Bovespa acumula alta de 47,8%. Considerando o valor em dólar, as ações brasileiras saltaram 87,3% em 2016.

O deputado federal Vanderlei Macris (PSDB-SP) explica que a queda do dólar é positiva para a população, à medida que cria mais oportunidades de investimentos e emprego.

“À medida que o real se valoriza, nós teremos melhores momentos na economia brasileira. Isso representa mais garantias de investimentos, empregos. O país começa a retomar o rumo do seu desenvolvimento.”

A queda na cotação do dólar é também acompanhada pelo destaque de ações da Vale e Petrobras no mercado acionário. A mineradora avançou 2,84% em seu papel preferencial, e 1,95% no ordinário. Já as ações da Petrobras tiveram alta de 0,31% em seu papel ordinário, e 1,39% no preferencial. Esses e outros efeitos positivos, segundo Macris, são sintomáticos da tendência positiva da economia brasileira para os próximos meses.

“Sem dúvida o câmbio interfere muito na vida do cidadão, porque é o processo de reconstrução da credibilidade, de um governo que se mostra preocupado com o desarranjo fiscal que nós tivemos no governo do PT, da presidente Dilma. Tem uma equipe econômica responsável, que atua na direção de equacionar os problemas.”

Especialistas apontam que as informações sobre a economia brasileira, sobretudo na área fiscal, têm animado os investidores. A votação em segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece teto para gastos públicos – marcada para esta terça-feira – pode aumentar ainda mais a atratividade do Brasil em relação a outros países emergentes.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2dHSv0B