Números

Mais de um milhão de brasileiros entraram para a lista de inadimplentes no último ano. Ao todo são 58,7 milhões de pessoas com pendências, segundo o SPC Brasil.

SPC Brasil: 39% da população adulta do Brasil está com nome sujo

Mais de um milhão de brasileiros entraram para a lista de inadimplentes no último ano. Segundo dados do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, 57,6 milhões de pessoas tinham uma conta pendente ou o nome sujo até outubro de 2015; em 2016, esse número subiu para 58,7 milhões, o que corresponde a 39% da população adulta do Brasil. Diante do cenário, uma pesquisa recente da Associação Comercial de São Paulo mostra que 42,5% da população vai usar pelo menos a primeira parcela do 13º salário para quitar as dívidas.

SPC Brasil: 39% da população adulta do Brasil está com nome sujo

Mais de um milhão de brasileiros entraram para a lista de inadimplentes no último ano. Segundo dados do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, 57,6 milhões de pessoas tinham uma conta pendente ou o nome sujo até outubro de 2015; em 2016, esse número subiu para 58,7 milhões, o que corresponde a 39% da população adulta do Brasil. Diante do cenário, uma pesquisa recente da Associação Comercial de São Paulo mostra que 42,5% da população vai usar pelo menos a primeira parcela do 13º salário para quitar as dívidas. O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) explica que o alto índice é consequência da ilusão criada pelo PT, que por meio de propaganda eleitoral enganosa, fez com que os cidadãos investissem indevidamente.

“A crise está hoje presente em todas as faixas da pirâmide social, mas principalmente no seio daqueles que, através da propaganda enganosa do PT, se viram diante de uma expectativa de consumo que durou pouco tempo. É a classe emergente, que acreditando na ilusão, fez consórcios, crediários de toda a espécie, saíram do ônibus para o automóvel e se viram em um enorme engodo, porque a economia não lhe permitia ter dado esse salto”, destacou o tucano.

Paulo Abi-Ackel ressaltou ainda que o crescimento de dívidas em atraso é também um problema entre indústrias e empresários. Indicador do SPC Brasil e da Confederação de Lojistas divulgado no mês passado mostra que a inadimplência das empresas cresceu 12% em setembro deste ano. Mas o deputado acredita que as medidas econômicas apresentadas pelo governo devem trazer soluções em médio prazo.

“É uma reforma do sistema da economia nacional, passando, principalmente, pela votação das medidas enviadas pela Casa Civil ao Congresso Nacional. É uma nova ordem econômica que deve, em médio prazo, melhorar a situação da economia do país”, disse.

As instituições apontam que quase metade das dívidas dos brasileiros hoje é com os bancos.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2fVMwmp